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Diesel S50. Vale a pena investir?

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Com sua comercialização iniciada a partir de 1º de janeiro de 2012, o S50, diesel de baixo teor de enxofre e que reduz a emissão de poluentes, vem enfrentando enormes desafios, principalmente em função da sua ainda tímida demanda, ocasionada pelo seu alto preço de venda, em comparação ao diesel comum (em média R$0,20 mais caro) e da demora na entrada do mercado dos veículos pesados com motor Euro 5.
 
Fora isso, os postos que optam pela sua comercialização são obrigados a adequar sua estrutura, com a disponibilização de uma tanque específico para o produto, acarretando um alto investimento para o revendedor, com retorno a longo prazo.
 
Para a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a maior preocupação é com os quase 4 mil postos revendedores, selecionados para oferecer o novo diesel.
 
A baixa demanda pelo produto, implica em baixo giro, e como esse produto não pode passar do prazo de comercialização (só pode ficar estocado de 30 a 60 dias), corre o risco de se deteriorar, o que significa que não vendendo os postos terão que arcar com o prejuízo.
 
Em um país com quase 40 mil postos de combustíveis e aproximadamente 3,5 milhões de veículos movidos a diesel, a grande maioria não possue o diesel S50, e nos que já há o combustível novo, os clientes ainda preferem o antigo, que possui teor de enxofre entre 2 e 3 vezes maior. O motivo principal é o preço. Os maiores consumidores do chamado diesel de estrada, ainda encontrado em postos, são caminhoneiros autônomos que ganham por frete e cuja diferença de 10% é muito mais sentida.
 
Entretanto, a ANP garante que a coisa tende a mudar e que entre veículos leves movidos a diesel, como utilitários esportivos e camionetes, está aumentando o consumo do S50. Os SUVs (veículos utilitários esportivos, na sigla em inglês) têm demanda crescente do S50. E, nas frotas cativas, nos grandes centros, o diesel S50 já está presente. Isto já é um volume significativo em torno de 6% (do volume total de diesel vendido no país). A expectativa é que  até o fim do ano , o volume de demanda do S50 dobre e represente 12% do mercado.
 
Desenvolvido para atender à nova frota de veículos com tecnologia EGR (Recirculação de Gases de Exaustão) e SCR (Redução Catalítica Seletiva), o Diesel S-50 conta com um baixo teor de enxofre, permitindo uma redução de até 80% da emissão de material particulado. O Diesel S-50 pode ser utilizado em qualquer veículo, mesmo os fabricados antes de 2012, que não contam com as tecnologias EGR (os veículos leves, como pick-ups, vans, e alguns tipos de caminhões e ônibus, passaram a ter motores com sistema EGR) ou SCR( sistema que também passou a ser utilizado pela maioria dos veículos pesados, como caminhões e ônibus).
 
Conforme legislação vigente para diesel automotivo do mercado brasileiro, o Diesel S-50 recebe a adição de 5% de biodiesel e atende aos padrões estabelecidos pelo Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve).
 
Para os veículos as vantagens são: melhor partida a frio, diminuição da formação de depósitos no motor e redução na incidência de contaminantes no lubrificante.
 
Já para o meio ambiente, a menor emissão de material particulado e redução na emissão de fumaça branca são vantagens preponderantes.
 
Como a demanda é pequena, o produto ainda é de baixo giro, e o valor do investimento na adequação do seu posto é alto, faça uma análise criteriosa antes de tomar uma decisão final quanto a sua comercialização. Sem contar que se o seu posto for bandeira branca e não tiver contrato de fornecimento exclusivo com nenhuma distribuidora, seus pedidos poderão não serem atendidos e você ficar na mão.
 
  

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