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Troca de óleo: Dicas e dúvidas mais frequentes.

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Troca de óleo: Dicas e dúvidas mais frequentes.

Home > Lubrificantes e Filtros > Trocas de óleo > Troca de óleo: Dicas e dúvidas mais frequentes.

 
A troca do óleo é muito mais importante para a vida útil do motor do que muitos imaginam. Uma lubrificação deficiente pode causar desde danos mais simples - como redução de desempenho e aumento do consumo de combustível - até o temido diagnóstico de "motor fundido", que pode representar quase a metade do valor do automóvel na hora de conserto.
 
A especificação do óleo é definida por dois parâmetros: viscosidade e nível de desempenho API. O primeiro determina a fluidez do lubrificante e é formado por dois números. Num óleo 15W40, por exemplo, o 15 representa a viscosidade na partida a frio e o 40 a fluidez a 100 ºC. Quanto maior, mais viscoso, ou seja, mais espesso ele é. O ideal é que o primeiro número seja o menor possível (para que tenha fluidez quando estiver frio, oferecendo pouca resistência) e o segundo, o mais alto possível (para que seja mais espesso em alta temperatura, protegendo mais o motor). O nível API indica a formulação de aditivos usados. Os mais comuns são os SG, SH, SJ, SL e SM, sendo o primeiro o que oferece o menor poder de limpeza e proteção do motor e o último, o maior poder. Se o motor do seu carro pede um óleo SH, você pode usar um de nível superior, como SJ ou SL, mas um motor para SJ não pode usar um SH.
 
Algumas dúvidas mais frequentes:
 
Para que serve o óleo lubrificante?
 
O óleo do motor é fluído que lubrifica todas as partes internas do motor. Sua função é evitar o atrito entre as peças móveis e garantir seu bom funcionamento. Ele deve manter suas características de lubrificação, seja sob as mais diversas condições climáticas ou formas de uso.
 
Qual a importância da troca do óleo?
 
Com o passar do tempo, o óleo do motor pode perder a sua viscosidade. A viscosidade faz com que o óleo permaneça por mais tempo revestindo as partes móveis que ficam em contato dentro do motor, como bielas, anéis, cilindros, bronzinas, mancais, comandos, válvulas, etc. Perdendo a viscosidade, o atrito entre as peças poderá comprometer o bom funcionamento do motor, diminuindo sua vida útil, reduzindo o desempenho, consumindo mais combustível, e ao médio ou longo prazo, provocar desgaste prematuro nos anéis, fazendo com que o motor queime óleo, até que o leve à retífica, gastando muito mais do que você imagina...
 
Como devo escolher o óleo lubrificante para meu carro?
 
Para saber qual é o óleo lubrificante correto para o motor do seu veículo, consulte seu manual. Se seu carro for mais velhinho e você não tiver o manual, pode consultar o posto de combustível ou alguma super troca de sua confiança.
 
Qual o nível correto do óleo no carro?
 
O nível correto se encontra entre os dois traços e não só no traço superior. Se o óleo fica abaixo do mínimo da vareta, o motor pode ser prejudicado por falta de lubrificação. No entanto, se o óleo fica acima do máximo da vareta, haverá aumento de pressão no cárter, podendo ocorrer vazamento e até ruptura de bielas, além do óleo em excesso ser queimado na câmara de combustão, sujando as velas e as válvulas, danificando também o catalisador no sistema de descarga do veículo. Não devemos colocar óleo a mais no carro, no caso de veículos que estão baixando óleo, para compensar.
 
Quando devo completar o nível do óleo?
 
Depende. Se seu carro é novo não existe a necessidade de verificar o nível do óleo com muita frequência, podendo ser a cada 30 dias. Já no caso de carros com mais uso, podemos reduzir isso para 15 dias, e no caso de modelos que estão baixando óleo, uma atenção constante é necessária.
 
Óleo bom é aquele que não baixa o nível e não precisa de reposição. Isto é verdade?
 
Baixar ou não o nível depende mais de como o motor de seu carro está do que do óleo que está sendo usado. Inclusive é normal um pequeno consumo de óleo a cada 1.000 quilômetros rodados, que em alguns carros pode chegar até mesmo a 500 ml.
 
Porque o óleo do motor fica mais escuro com o uso?
 
Por causa das partículas que se soltam dentro do motor. Isso é normal.
 
É verdade que o motor deve estar quente na hora da troca de óleo?
 
Sim, porque quando o óleo está quente, ele fica mais fino e tem mais facilidade de escorrer.
 
Quando tempo devo esperar para medir o nível do óleo?
 
O ideal é aguardar de 15 a 20 minutos e só depois analisar se é mesmo necessário que o óleo seja completado.
 
Deve-se usar aditivo no óleo?
 
 Os fabricantes de óleo, não recomendam aditivos. Segundo eles, já há um pacote de aditivos balanceados no óleo, por isso, o uso de aditivos extras pode até comprometer a vida útil do motor.
 
É preciso trocar o óleo na metade do prazo quando se roda só na cidade?
 
O tempo para a troca de óleo deve ser reduzido pela metade nos casos de "uso severo", situação que consta em quase todos os manuais de proprietário. Essa definição aplica-se a motoristas que enfrentam grandes engarrafamentos (com velocidade média inferior a 10 km/h), estradas com muita poeira, barro ou lama, ou quando o veículo roda no máximo 5 km por viagem. O tempo para a troca de óleo deve ser reduzido pela metade nos casos de "uso severo", situação que consta em quase todos os manuais de proprietário. Essa definição aplica-se a motoristas que enfrentam grandes engarrafamentos (com velocidade média inferior a 10 km/h), estradas com muita poeira, barro ou lama, ou quando o veículo roda no máximo 5 km por viagem. 
 
O filtro precisa ser substituído a cada troca de óleo?
 
"Trocar óleo e manter o filtro é o mesmo que tomar banho e não trocar de roupa". Apesar de cada veículo ter uma especificação, a recomendação geral é a substituição de óleo e filtro juntos, já que o segundo impede a circulação de impurezas no motor. "Se você comparar a manutenção corretiva com a preventiva, que é substituir o filtro de forma correta, a relação custo-benefício é muito maior. Não trocar o filtro pode comprometer peças que têm um custo elevado se comparadas à economia de economizar no filtro”.
 
Por que devo trocar o filtro de ar?  
 
Poluição nos grandes centros urbanos e poeiras de estradas não pavimentadas são filtradas pelo filtro de ar do veículo. A não troca deste filtro pode levar estas sujeiras ao interior do veículo, podendo contaminar o óleo do motor, provando borra, diminuindo a potencia e aumentando o consumo de combustível.
 
O óleo sintético é sempre a melhor opção para o motor?
 
O custo elevado dos óleos sintéticos (em geral com especificação 0W, 5W e 10W) muitas vezes afasta o usuário, que acaba escolhendo lubrificantes minerais. Os sintéticos, no entanto, são apontados pelos especialistas como melhor opção, até mesmo num popular, pois trazem benefícios de longo prazo, como partidas mais rápidas, economia de combustível, preservação do motor de arranque e bateria, redução do desgaste e aumento da vida útil do motor. Um aspecto, no entanto, merece maior atenção: "Se eu usar um óleo sintético 15W40 no lugar de outro mineral 15W40, não terei qualquer benefício associado ao lubrificante sintético, apenas vou gastar mais na troca. O benefício só é válido no caso de um mineral 15W40 que tenha sido substituído por um sintético 5W40. Vale lembrar ainda que o ganho de desempenho proporcionado por um lubrificante sintético pode não valer a pena num popular, por exemplo, afinal o sintético custa até cinco vezes mais que um mineral.
 
O que significam os números (20W/40, 50, etc.) que aparecem nas embalagens de óleo?
 
Estes números que aparecem nas embalagens dos óleos lubrificantes automotivos (30, 40, 20W/40, etc.) correspondem à classificação da SAE (Society of Automotive Engineers), que se baseia na viscosidade dos óleos a 100oC, apresentando duas escalas: uma de baixa temperatura (de 0W até 25W) e outra de alta temperatura (de 20 a 60). A letra "W" significa "Winter" (inverno, em inglês) e ela faz parte do primeiro número, como complemento para identificação. Quanto maior o número, maior a viscosidade, para o óleo suportar maiores temperaturas. Graus menores suportam baixas temperaturas sem se solidificar ou prejudicar a bombeabilidade.
 
Um óleo do tipo monograu  só pode ser classificado em um tipo de escala. Já um óleo com um índice de viscosidade maior pode ser enquadrado nas duas faixas de temperatura, por apresentar menor variação de viscosidade em virtude da alteração da temperatura. Desta forma, um óleo multigrau SAE 20W/40 se comporta a baixa temperatura como um óleo 20W reduzindo o desgaste na partida do motor ainda frio e em alta temperatura se comporta como um óleo SAE 40, tendo uma ampla faixa de utilização. O Lubrax Sintético é um exemplo de óleos multigrau de nossa linha de lubrificantes automotivos.
 
Uma  outra especificação muito importante é o nível API (American Petroleum Institute)
Quando for usar um óleo em seu carro, consulte o manual e fique atento a estas especificações.
 
Deve-se trocar apenas na quilometragem indicada no manual?
 
Em alguns casos, é necessário estar atento também ao tempo de uso, mesmo que o carro percorra pequenas distâncias. "No caso da troca do óleo por tempo e não por quilometragem, normalmente sua contaminação e oxidação já estão elevados. Quanto mais ele se oxida, mais cresce sua viscosidade, aumentando o consumo de combustível, perdendo potência, formando vernizes e aumentando emissões".  Em geral, deve-se trocar o óleo após um ano de uso, mesmo que esteja abaixo da quilometragem indicada no manual do proprietário.
 
 
Podemos completar o nível com óleo de outra marca?
 
Não há problema, desde que eles sejam de mesma especificação, mas não vale misturar mineral com sintético. os lubrificantes de mesma especificação de desempenho e viscosidade (leia ao lado) devem obrigatoriamente ser compatíveis. "A mistura de lubrificantes de especificações diferentes, não importando se em níveis de desempenho ou viscosidade, vai alterar essas propriedades. Por exemplo: misturar um 5W40, que é mais fluido na partida a frio do motor, com um 15W40, que é menos fluido na mesma condição, tornará a mistura menos fluida, o que pode significar perda de eficiência, aumento de consumo de combustível e desgaste de motor, motor de partida e bateria".
 
Qual a diferença entre o óleo mineral sintético e semi sintético do carro.
 
 
O bom funcionamento de um veículo depende de uma série de detalhes. Um deles é o óleo, que serve para lubrificar as partes internas do motor e evitar o atrito entre as suas peças. Para não danificar o seu carro, você deve escolher um produto de qualidade e que atenda as especificações contidas no manual do fabricante.
Existem vários tipos de óleo disponíveis no mercado, entre eles o mineral, o sintético e o semi sintético. Todos são indicados para determinadas finalidades, por isso é que eles devem ser utilizados com a orientação de um profissional. Abaixo, você pode conferir as especificações e características de cada um.
Minerais Multiviscosos– São os mais comuns no mercado. Adequados para motores convencionais de qualquer cilindrada, têm a viscosidade adaptada à temperatura de funcionamento do motor, atingindo os principais pontos de lubrificação com eficiência mesmo no inverno, quando há maior resistência ao escoamento do lubrificante pelas galerias de óleo. Mas, com o tempo, provocam carbonização principalmente no cabeçote e nas sedes de válvula, caso não sejam usados aditivos especiais para evitar o problema.
Semi Sintéticos – São os de base sintética e mineral, recomendados para motores mais potentes e que atingem um nível de rotação acima da média. Por terem menor quantidade de compostos de carbono mineral, provocam menos carbonização das câmaras de combustão, o que facilita a entrada e saída dos gases de admissão e escape, além de evitar problemas de batida de pino. Outra propriedade desse tipo de óleo é a de formar uma película protetora nas paredes dos cilindros, diminuindo o atrito entre as partes móveis durante a partida.
Sintéticos – São os melhores, usados nos carros das categorias mais importantes do automobilismo mundial pela curva de viscosidade constante, independentemente da temperatura de funcionamento do motor, e por não provocarem carbonização. Também podem ser usados nos modelos esportivos com alta taxa de compressão, nos turbinados e em carros 1.0, pois trabalham com regime de alto giro do motor. São os únicos tipos de óleo recomendado para qualquer veículo sem nenhuma restrição quanto ao uso.
Quais as vantagens dos óleos sintéticos?
  • Não perdem a viscosidade, mantendo as mesmas características do óleo novo.
  • Não formam borra dentro motor.
  • Por serem mais finos, alcançam todas as partes do motor, lubrificando melhor.
  • Diminuem o desgaste das peças do motor, durante a partida a frio
  • Mantém as mesmas características, mesmo em altas temperaturas.
  • Permitem cada troca de óleo por longos períodos (de 10.000 a 15.000km).
  • Mantém o motor limpo, aumentando o desempenho e reduzindo o consumo de combustível.
 
Posso aumentar o período de troca quando uso óleos sintéticos?
 
Embora os lubrificantes sintéticos possuam características de qualidade superiores, a maioria dos     fabricantes de veículos ainda não diferencia os períodos de troca, caso se utilize óleos sintéticos ou minerais. Recomendamos seguir a indicação do Manual do Proprietário para intervalo de troca.
 
 
Já uso óleo mineral. Posso trocar por sintético?
 
Pode sim, desde que na troca você também substitua o filtro de óleo.
 
Meu carro é 1.0. Posso usar óleo sintético?
 
Pode e DEVE. Veículos com motor 1.0 são submetidos a maior giro do motor, para compensar sua falta de potência. Devido ao alto giro, ele trabalhará com maior temperatura. Os óleos minerais tendem a perder parte da viscosidade em altas temperaturas. Os óleos sintéticos não perdem suas características sob altas rotações e grandes temperaturas.
 
 E se meu carro tiver longa quilometragem?
 
Motores com mais de 100.000km rodados tem as bronzinas e anéis com mais folga que os veículos novos e, portanto, tendem a baixar mais o nível de óleo no cárter. O uso de óleo sintético nestes motores é de uso facultativo. Os óleos minerais mais grossos  podem ajudar a diminuir o consumo de óleo.
 
Um carro velho pode usar um óleo de última geração?
Não é recomendado. Se o veículo usa óleo mineral por muito tempo e passa a usar óleo de base sintética ou sintético, a limpeza dos resíduos deixados pelo mineral será muito rápida e mesmo que o filtro seja trocado em curto período, talvez não tenha vazão. Com isso poderá ocorrer o entupimento da bomba de óleo e outras partes internas do motor, ocasionando problemas.
É verdade que o óleo de motor deve ser claro e o de engrenagem escuro?
Está dúvida é muito comum. Mas a cor não tem nenhuma influência sobre o desempenho do óleo. Os óleos lubrificantes são formulados a partir da mistura entre básicos e aditivos. Por isso, sua cor final dependerá da cor do básico e do aditivo que forem empregados na formulação.O óleo mais escuro é também mais grosso?
Este é outro conceito errado. O óleo mais claro pode ser mais viscoso (grosso) do que um óleo escuro e vice-versa.
Qual a diferença entre "serviço severo" e "serviço leve",termos usados pelos fabricantes de veículos quando falam em intervalos de troca de óleo?
Serviço severo é típico para os carros que andam nos centros urbanos, com o anda e para do tráfego e por pequenas distâncias, de até 6 km, ou em estradas poeirentas. Serviço leve é aquele em que os carros trafegam por percursos longos e velocidades quase constantes em rodovias pavimentadas, como no caso de viagens.
 
Quais são as causas da borra em motores?
 
Os problemas de presença de borra em motores são decorrentes principalmente dos seguintes fatores:
 
a)- Uso do óleo lubrificante incorreto no motor - Geralmente quando se utiliza um lubrificante com nível de desempenho inferior ao recomendado pelo fabricante do veículo. Mesmo reduzindo o período de troca, pode haver problemas de formação de borra devido ao envelhecimento (oxidação) precoce do lubrificante;
 
b)- Uso de aditivação extra - Não é recomendado o uso de aditivação suplementar de desempenho em óleos lubrificantes. Os óleos lubrificantes de qualidade (boa procedência) já possuem, de forma balanceada, todos os aditivos para que seja cumprido o nível de desempenho ao qual foi desenvolvido. Não há testes padronizados que avaliem o desempenho de mistura de óleos com aditivos extras. Pode haver incompatibilidade entre o óleo lubrificante e a aditivação suplementar e a borra é uma conseqüência deste problema;
 
c)- Combustíveis adulterados - O uso de gasolina adulterada pode gerar borra no cárter. O óleo lubrificante é contaminado por subprodutos da queima do combustível durante sua vida útil. Essa contaminação ocorre e faz parte da operação do motor. Mas se o combustível for adulterado estes subprodutos serão de natureza diferente e resíduos com aspecto de resina poderão se formar no motor, aumentando a probabilidade da formação de borra, entupindo passagens de óleo e prejudicando a lubrificação e refrigeração interna do motor;
 
d)- Extensão do período de troca - Mesmo utilizando o óleo correto e combustível de qualidade assegurada, períodos de troca além do recomendado podem levar à formação de borra, devido ao excesso de contaminação e de oxidação do lubrificante. Nos manuais dos veículos há a informação dos quilômetros recomendados para cada intervalo de troca. É importante diferenciar o tipo de serviço do veículo. Para carros de passeio, valores como 10.000, 15.000 e 20.000 Km geralmente fazem referência a serviço leve (uso rodoviário). Mas na maioria dos casos o serviço é severo (uso urbano do tipo anda e pára, distâncias curtas) e o período adotado para a troca deve ser a metade (5.000, 7.500 ou 10.000 Km, respectivamente). Essa informação não está clara em todos os manuais e se não for observada com atenção, problemas de borra podem ocorrer.
 
Qual o significado das siglas que vêm nas embalagens de lubrificantes (API, ACEA, JASO, NMMA)? Qual a relação delas com o desempenho dos produtos?
 
Estas são siglas de entidades internacionais que são responsáveis pela elaboração de uma série de normas (baseadas em testes específicos) para a classificação dos lubrificantes, de acordo com seu uso. Desta forma, o consumidor tem como identificar se o lubrificante atende às exigências de seu equipamento, consultando seu manual.
Como exemplo temos:
 
SAE - Society of Automotive Engineers
 
É a classificação mais antiga para lubrificantes automotivos, definindo faixas de viscosidade e não levando em conta os requisitos de desempenho. Apresenta uma classificação para óleos de motor e outra específica para óleos de transmissão.
 
API - American Petroleum Institute
 
Grupo que elaborou, em conjunto com a ASTM (American Society for Testing and Materials), especificações que definem níveis de desempenho que os óleos lubrificantes devem atender. Essas especificações funcionam como um guia para a escolha por parte do consumidor. Para carros de passeio, por exemplo, temos os níveis API SL, SJ, SH, SG, etc.. O "S" desta sigla significa Service Station, e a outra letra define o desempenho. O primeiro nível foi o API SA, obsoleto há muito tempo, consistindo em um óleo mineral puro, sem qualquer aditivação. Com a evolução dos motores, os óleos sofreram modificações, através da adição de aditivos, para atender às exigências dos fabricantes dos motores no que se refere à proteção contra desgaste e corrosão, redução de emissões e da formação de depósitos, etc.. Atualmente, o nível API SL é o mais avançado. No caso de motores diesel, a classificação é API CI-4, CH-4, CG-4, CF, etc. O "C" significa Commercial. A API classifica ainda óleos para motores dois tempos e óleos para transmissão e engrenagens.
 
ACEA - Association des Constructeurs Européens de l´Automobile (antiga CCMC)
 
Classificação européia associa alguns testes da classificação API, ensaios de motores europeus (Volkswagen, Peugeot, Mercedes Benz, etc.) e ensaios de laboratório.
 
JASO - Japanese Automobile Standards Organization
 
Define especificação para a classificação de lubrificantes para motores a dois tempos (FA, FB e FC, em ordem crescente de desempenho).
 
NMMA - National Marine Manufacturers Association
 
Substituiu o antigo BIA (Boating Industry Association), classificando os óleos lubrificantes que satisfazem suas exigências com a sigla TC-W (Two Cycle Water), aplicável somente a motores de popa a dois tempos. Atualmente encontramos óleos nível TC-W3, pois os níveis anteriores estão em desuso.
 
Mantenha o sangue do motor do seu veículo nas mais perfeitas condições. O uso correto e a troca no período recomendado são as regras básicas para manter a saúde do motor do seu automóvel, preservando por maior tempo possível a sua vida , economizando combustível e contribuindo para a redução de emissão de poluentes. 
 
 
 
  
 

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